futiba americano, filme americano, cultura americana, tio patinhas, dolar, brasileiro se achando nos americanos, dia de ação de graça, dia das bruxas, poder absoluto,bandeira americana, somos os melhores, bom... chegou a hora de levar no rabo, isso é só o começo
Abdel Karim Suleiman, um blogueiro egípcio, é uma linha de 56 jornalistas presos em todo o mundo. (Reuters)
Campanha mundial contra a impunidade
Murder is the ultimate form of censorship. Assassinato é a última forma de censura.One reporter is killed, and hundreds are sent a message that certain topics are too dangerous to be discussed. Um jornalista é morto, e centenas são enviou uma mensagem de que certos temas são demasiado perigoso para ser debatido.Over the last 15 years, about 500 journalists have been murdered in direct relation to their work, CPJ research shows. Ao longo dos últimos 15 anos, cerca de 500 jornalistas foram assassinados em relação direta com seu trabalho, a pesquisa mostra CPJ.While hundreds more have died in combat or other dangerous circumstances, murder is the leading cause of work-related deaths. Enquanto outras centenas já morreram em combate ou outras circunstâncias perigosas, o homicídio é a principal causa de mortes relacionadas ao trabalho.
Justice is served in less than 15 percent of these murder cases. A justiça é servida em menos de 15 por cento dos casos estes assassinatos.Our research suggests that the absence of justice promotes a higher incidence of murder. A nossa investigação sugere que a ausência de justiça promove uma maior incidência de homicídio.
Now, with support from the Knight Foundation, CPJ is launching a global campaign to combat impunity. Agora, com o apoio da Fundação Knight, CPJ, está a lançar uma campanha mundial de luta contra a impunidade.We will focus initially on Russia and the Philippines, two very different countries that share two traits: They are among the world's deadliest nations for journalists, and they are Iremos concentrar-se inicialmente na Rússia e nas Filipinas, duas questões muito diferentes países que compartilham duas características: Eles estão entre as nações do mundo mortíferos para os jornalistas, e eles são
CPJ's efforts seek to build on the success of the Miami-based Inter American Press Association (IAPA), which in 1993 launched a campaign against impunity in journalist murders in Latin America. Os esforços da CPJ procuram tirar partido do êxito da Miami-based Inter American Press Association (IAPA), que em 1993 lançou uma campanha contra a impunidade nos assassinatos de jornalistas na América Latina.Over this period, the justice rate in Latin America improved markedly, according to CPJ's independent analysis. Durante este período, a taxa de justiça na América Latina melhorou consideravelmente, de acordo com a análise independente do CPJ.There are many factors, but IAPA's campaign undoubtedly made a difference. Existem muitos factores, mas feita IAPA da campanha, sem dúvida, uma diferença.
Please take a few moments to watch the accompanying videos, which outline the implications of impunity and our plans to combat it. Por favor, tome um pouco de assistir a vídeos acompanhante, que delinear as implicações da impunidade e os nossos planos para combatê-la.
Other links on this page will take you to our special reports on unsolved journalist murders, CPJ's ongoing coverage of the Philippines and Russia, our database and statistical analysis of journalist deaths since 1992, and, perhaps most important, how you can get involved. Outros links nesta página irá levá-lo para o nosso especial relatos sobre assassinatos não resolvidos jornalista, CPJ em curso da cobertura das Filipinas e da Rússia, nosso banco de dados e análise estatística de mortes desde 1992, jornalista, e, talvez mais importante, como você pode se envolver.
We will be tracking progress in the Philippines and Russia in the years ahead and hope to see impunity levels decline in both countries. Nós estaremos monitorando o progresso nas Filipinas e na Rússia nos próximos anos ea esperança de ver impunidade níveis declínio em ambos os países.Concerted action on a global scale and collaboration with our colleagues and supporters, we believe, is a prescription for success. A acção concertada à escala global e colaboração com nossos colegas e adeptos, cremos, é uma receita para o sucesso.We ask for your help in making this possible. Nós pedimos sua ajuda para tornar isto possível.
Joel Simon Joel Simon Executive Director Diretor Executivo
"América Latina crescerá 2% em 2009", diz especialista alemão
Apesar da crise financeira e da recessão que afeta tanto os EUA como a Europa, a América Latina continuará crescendo no próximo ano, diz especialista alemão.
Em entrevista à Deutsche Welle, Peter Rösler, vice-diretor executivo da Associação Empresarial da América Latina (LAV), com sede em Hamburgo, mostrou-se otimista quando às perspectivas latino-americanas em meio aos embates da crise mundial.
Deutsche Welle: A América Latina registrou nos últimos anos um crescimento econômico de 5%. Mas, agora, os EUA e a Europa, principais mercados de destino das exportações latino-americanas, encontram-se em recessão. Qual é a importância disso para países dependentes das exportações?
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Peter Rösler Peter Rösler: Os diversos países possuem diferentes graus de dependência das exportações. No caso do Brasil, as exportações são só uma pequena parte do Produto Interno Bruto. No caso da Venezuela, são bem mais, naturalmente: o petróleo representa mais de um terço das exportações venezuelanas. Ou seja, a crise terá efeitos diferentes para cada um dos países. Mas, em termos gerais, pode-se dizer que, à parte do setor de exportador, existe um mercado interno sólido, que se beneficiou, nos últimos anos, da receita proveniente das exportações e da conseqüente expansão da indústria, da agricultura, etc.
O senhor já mencionou alguns países, como o Brasil e a Venezuela. Para o Chile, por exemplo, que significa a queda de preços de matérias-primas como o cobre?
O Chile aplicou o dinheiro obtido com os preços anteriormente altos do cobre num fundo para tempos ruins. Esse fundo tem agora 20 bilhões de dólares. Isso significa que o Chile não se verá afetado diretamente, agora, pela queda do preço do cobre, pelo menos não na mesma medida que outros países no caso de outras matérias-primas.
Se analisarmos os casos da Argentina e do Brasil, vemos que suas exportações são, sobretudo, de produtos agropecuários. Em conjunturas econômicas menos favoráveis, precisa-se também de alimentos e justamente da Ásia continuam chegando grandes encomendas de alimentos. Quanto às exportações de minério de ferro, por exemplo, recentemente nos chegou a notícia de que a China voltou a importar mais ferro. Por isso, creio que, em termos gerais, a situação para a América Latina não será tão negativa como para a Europa e os EUA.
Apesar disso, esses processos econômicos estão muito ligados entre si. Com os EUA em recessão, também diminuirão as remessas de dinheiro para casa dos latino-americanos que trabalham na América do Norte? Qual é a importância disso para os países receptores?
Isso significa que os consumidores terão menos dinheiro à disposição e que, por exemplo, não se poderá construir tanto quanto hoje. Este fenômeno se constata, sobretudo, na América Central e no Caribe, onde o volume de construção diminuiu. No entanto, acabamos de saber que, na Colômbia, as remessas voltaram a aumentar e também no Brasil se registra um recorde de transferências de brasileiros que vivem no exterior. Por isso, acredito que não se pode tirar conclusões definitivas para toda a região.
O senhor avalia a estabilidade da América Latina em termos bastante positivos. A região continua sendo atraente para investidores estrangeiros?
Sim, sem dúvida. Mas, aqui também devemos diferenciar. Alguns governos aplicam uma política econômica bem mais populista. Continuará sendo difícil investir em tais países, já que não é incentivador temer que os investimentos sejam desapropriados ou que as filiais locais sejam nacionalizadas.
Porém trata-se de países que, juntos, não perfazem 10% do PIB da América Latina. Os grandes países, Brasil, México, também Peru, Colômbia, Chile, continuam sendo mercados de investimento muito interessantes. Também a Argentina é de interessante, principalmente nos setores industrial e de mineração.
Na Europa, vimos que a crise financeira nos Estados Unidos arrastou consigo instituições bancárias de grande tradição. Qual é a situação dos bancos na América Latina?
Em temos gerais, pode-se dizer que eles se encontram em situação bem melhor do que na Europa e nos Estados Unidos. Isso se deve, entre outras coisas, ao fato de os bancos latino-americanos não terem comprado hipotecas subprime, já que as altas taxas de juros na América Latina nunca tornaram atraente esse tipo de transação. Além disso, os bancos latino-americanos não têm o mesmo acesso que os norte-americanos ou europeus aos mercados financeiros globais e isso, nesse caso, é uma vantagem. Pois aquilo que para nós teve conseqüências tão desastrosas praticamente não chegou à América Latina.
Naturalmente, a América Latina sofre também pela escassez de crédito, já que não pode chegar tão facilmente a linhas de crédito internacionais. Além disso, registrou-se uma tendência a retirar investimentos da América Latina, o que prejudicou os mercados financeiros. Isso não pode se explicar a partir da economia real, já que as empresas latino-americanas têm, em geral, uma posição sólida.
Qual é seu prognóstico para América Latina em 2009? Que mercados exportadores restarão à América Latina no próximo ano?
É muito difícil realizar um prognóstico desse tipo em meio a uma volatilidade tão grande nos mercados financeiros. O prognóstico dos bancos internacionais para a região é de um crescimento de 2% ou menos. Nós prognosticamos um crescimento de 2% para toda a região. As razões são que diversos países acumularam grandes reservas de divisas nos últimos anos, reduziram a dívida pública e a dívida externa e seus mercados internos são sólidos. Também pensamos que a demanda da Ásia, apesar de se reduzir um pouco, continuará sendo relativamente grande, tanto no que diz respeito a produtos agropecuários como a determinados minerais.
"América Latina crescerá 2% em 2009", diz especialista alemão
Apesar da crise financeira e da recessão que afeta tanto os EUA como a Europa, a América Latina continuará crescendo no próximo ano, diz especialista alemão.
Em entrevista à Deutsche Welle, Peter Rösler, vice-diretor executivo da Associação Empresarial da América Latina (LAV), com sede em Hamburgo, mostrou-se otimista quando às perspectivas latino-americanas em meio aos embates da crise mundial.
Deutsche Welle: A América Latina registrou nos últimos anos um crescimento econômico de 5%. Mas, agora, os EUA e a Europa, principais mercados de destino das exportações latino-americanas, encontram-se em recessão. Qual é a importância disso para países dependentes das exportações?
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Peter Rösler Peter Rösler: Os diversos países possuem diferentes graus de dependência das exportações. No caso do Brasil, as exportações são só uma pequena parte do Produto Interno Bruto. No caso da Venezuela, são bem mais, naturalmente: o petróleo representa mais de um terço das exportações venezuelanas. Ou seja, a crise terá efeitos diferentes para cada um dos países. Mas, em termos gerais, pode-se dizer que, à parte do setor de exportador, existe um mercado interno sólido, que se beneficiou, nos últimos anos, da receita proveniente das exportações e da conseqüente expansão da indústria, da agricultura, etc.
O senhor já mencionou alguns países, como o Brasil e a Venezuela. Para o Chile, por exemplo, que significa a queda de preços de matérias-primas como o cobre?
O Chile aplicou o dinheiro obtido com os preços anteriormente altos do cobre num fundo para tempos ruins. Esse fundo tem agora 20 bilhões de dólares. Isso significa que o Chile não se verá afetado diretamente, agora, pela queda do preço do cobre, pelo menos não na mesma medida que outros países no caso de outras matérias-primas.
Se analisarmos os casos da Argentina e do Brasil, vemos que suas exportações são, sobretudo, de produtos agropecuários. Em conjunturas econômicas menos favoráveis, precisa-se também de alimentos e justamente da Ásia continuam chegando grandes encomendas de alimentos. Quanto às exportações de minério de ferro, por exemplo, recentemente nos chegou a notícia de que a China voltou a importar mais ferro. Por isso, creio que, em termos gerais, a situação para a América Latina não será tão negativa como para a Europa e os EUA.
Apesar disso, esses processos econômicos estão muito ligados entre si. Com os EUA em recessão, também diminuirão as remessas de dinheiro para casa dos latino-americanos que trabalham na América do Norte? Qual é a importância disso para os países receptores?
Isso significa que os consumidores terão menos dinheiro à disposição e que, por exemplo, não se poderá construir tanto quanto hoje. Este fenômeno se constata, sobretudo, na América Central e no Caribe, onde o volume de construção diminuiu. No entanto, acabamos de saber que, na Colômbia, as remessas voltaram a aumentar e também no Brasil se registra um recorde de transferências de brasileiros que vivem no exterior. Por isso, acredito que não se pode tirar conclusões definitivas para toda a região.
O senhor avalia a estabilidade da América Latina em termos bastante positivos. A região continua sendo atraente para investidores estrangeiros?
Sim, sem dúvida. Mas, aqui também devemos diferenciar. Alguns governos aplicam uma política econômica bem mais populista. Continuará sendo difícil investir em tais países, já que não é incentivador temer que os investimentos sejam desapropriados ou que as filiais locais sejam nacionalizadas.
Porém trata-se de países que, juntos, não perfazem 10% do PIB da América Latina. Os grandes países, Brasil, México, também Peru, Colômbia, Chile, continuam sendo mercados de investimento muito interessantes. Também a Argentina é de interessante, principalmente nos setores industrial e de mineração.
Na Europa, vimos que a crise financeira nos Estados Unidos arrastou consigo instituições bancárias de grande tradição. Qual é a situação dos bancos na América Latina?
Em temos gerais, pode-se dizer que eles se encontram em situação bem melhor do que na Europa e nos Estados Unidos. Isso se deve, entre outras coisas, ao fato de os bancos latino-americanos não terem comprado hipotecas subprime, já que as altas taxas de juros na América Latina nunca tornaram atraente esse tipo de transação. Além disso, os bancos latino-americanos não têm o mesmo acesso que os norte-americanos ou europeus aos mercados financeiros globais e isso, nesse caso, é uma vantagem. Pois aquilo que para nós teve conseqüências tão desastrosas praticamente não chegou à América Latina.
Naturalmente, a América Latina sofre também pela escassez de crédito, já que não pode chegar tão facilmente a linhas de crédito internacionais. Além disso, registrou-se uma tendência a retirar investimentos da América Latina, o que prejudicou os mercados financeiros. Isso não pode se explicar a partir da economia real, já que as empresas latino-americanas têm, em geral, uma posição sólida.
Qual é seu prognóstico para América Latina em 2009? Que mercados exportadores restarão à América Latina no próximo ano?
É muito difícil realizar um prognóstico desse tipo em meio a uma volatilidade tão grande nos mercados financeiros. O prognóstico dos bancos internacionais para a região é de um crescimento de 2% ou menos. Nós prognosticamos um crescimento de 2% para toda a região. As razões são que diversos países acumularam grandes reservas de divisas nos últimos anos, reduziram a dívida pública e a dívida externa e seus mercados internos são sólidos. Também pensamos que a demanda da Ásia, apesar de se reduzir um pouco, continuará sendo relativamente grande, tanto no que diz respeito a produtos agropecuários como a determinados minerais.
Vice-presidente da ABI renuncia por discordar da atual gestão
Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro
O vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e presidente da representação da entidade em São Paulo, Audálio Dantas, enviou, nesta quarta-feira, carta ao Conselho Deliberativo renunciando aos cargos que ocupa. A saída foi motivada por “discordâncias com a gestão atual da ABI”. “Para não dizerem que eu quero ficar na vice-presidência com a intenção de assumir a presidência, eu decidi renunciar”, afirma. O 1º secretário do Conselho Deliberativo, Lênin Novaes, informa que a carta com o pedido de renúncia ainda não chegou à entidade. Presidente da ABI já esperava a renúncia O presidente da ABI, Maurício Azêdo, informa que a renúncia de Dantas já era esperada, já que, recentemente, durante apresentação do relatório sobre o I Salão do Jornalista Escritor, realizado em abril de 2006 em São Paulo, ele já havia manifestado a intenção de se desligar da direção da entidade. “No expediente em que ele encaminha o relatório, diz que, por motivos pessoais, vai apresentar nos próximos dias a declaração de renúncia”, afirma Azêdo. Conselho Consultivo pede renúncia coletiva Acompanhando a decisão de Dantas, o Conselho Consultivo da representação da ABI em São Paulo também pedirá renúncia coletiva. A carta com o pedido deverá ser enviada nesta quinta-feira. De acordo com o presidente do conselho paulista, Carlos Marchi, a motivação do ato é a forma como Azêdo vem conduzindo a entidade. “Ele conduz a ABI de forma autoritária e arbitrária. É personalista e individualista, além de ter impedido, de todas as formas, que a ABI se expandisse em São Paulo. Hoje, a ABI é carioca, não é nacional. A gente entendeu que essa renúncia coletiva é a melhor forma de salvar a ABI”, afirma Marchi.
O super homem, é livre de total juízo criado por meio de uma moral escravizante,,,assenta-se nas tabuas do bem e do mal;;;são idéias criadas pela extensão do macaco,,,a maioria deve aprender a obedecer para assim fortalecer a sociedade,,ser educado,,e mentir se for preciso assegurando o” bem estar”(a seus olhos) da comunidade ,o super homem,,,pode ser qualquer um que digladia e não bajula a si,,sem auto piedade,,,passa a compreender todo o emaranhado de seus gestos,,,passa a questionar o próprio propósito a que fora educado,,,se tivéssemos homens assim perderíamos até ser dum sistema anárquico,,,pois assim funcionaria,,,logo sem cultos ao ego e essa máquina de poder, o super homem buscaria a verdade na vida,,,indo em oposição ao que o atual diz,,"importa quem tem mais","que brilha mais","quem não aparece, não existe",estamos muito longe destes homens,,,o super homem que brota ainda no meio deste rebanho tende a isolar-se ,,,,ou enlouquecer devido a pressão ...e se não, vem um rebento, verdadeiro,único,para ser um super homem. No entanto há que ser um assassino,em si,um demolidor...e principalmente terVontade...e coragem...
Sobre falar merda apresenta uma aproximação na busca de significado da prática cotidiana em nossa cultura de falar merda. Visto por Frankfurt não existir uma teoria específica para o ato.
Em sua obra propõe a essência do falar merda , finalizando com a resposta possível para as pessoas falarem tanta merda.
Uma tentativa de não falar merda.
Uma das marcas mais visíveis de nossa cultura é que se fale tanta merda. Sobre Falar Merda é o que Harry G. Frankfurt busca em seu livro. Na intenção de um possível significado sobre a merda falada rotineiramente, sem cair também no pecado e falar ao mesmo tempo merda.
Falar merda é uma prática cotidiana, a pergunta que manifesta o autor, é que objetivo impulsiona o ser para que este artifício prolifere na sociedade.
No desenvolvimento coerente do livro o autor explora algumas aproximações no conceito de falar merda. A falação, a mentira, o blefe. Mais próximo do blefe, por envolver tapeação, e não tão próximo da mentira. O falar merda apesar da falta de preocupação com a verdade, não é necessariamente um afirmação falsa. A falação aproxima-se do conceito de falar merda, pela característica da falta de exatidão com a verdade, e seu vazio sem substãncia. No entanto distancia-se pelo fato das afirmações pronunciadas numa falação não exigirem pretensão de ser mantidas. O exemplo deste último pode-se observar um grupo que promove falação sobre desempenho de seu time de futebol preferido. Manifestam idéias e atitudes, não necessariamente revelando suas crenças ou sentimentos profundos. Apenas alfinetando os demais de maneira plástica para descobrir reação dos outros, e estabelecer a relação.
É notável a originalidade de Frankfurt ao expor a merda, e não impostura, expelida em momentos da comunicação. Não permite inclinar-se a vulgaridade que possa remeter a expressão. Trata-se de um fenômeno lingüístico. Leva análise da falta de preocupação das pessoas na estrutura do discurso , não pela sua composição gramatical, mas exclusão de detalhes em fatos pertinentes. Ter em mente que se fala merda requer atenção e disciplina, um esforço interior, sugere o autor.
No avançar das palavras, o leitor coloca sua expressão em auto-análise, na busca de indícios de um falador de merda. Cada indivíduo faz sua parte no que diz respeito ao assunto. Portanto o autor adquire profundidade e abrangência a todos que fazem uso da linguagem, escrita ou oral, na arena das relações humanas. Claro, aqueles que primeiramente identificam o problema.
Na arena da propaganda, meio de informação e principalmente na política, pode ver muito do falar merda. Engloba muitas vezes não só a mentira, como diz a grande massa, pois alguns não têm a mínima idéia de buscar ou conhecer a verdade. Logo não mentem, falam merda, para conquistar coisas. O caminho por este artifício proporciona mais liberdade a quem fala. Não necessita todo rigor, toda estrutura quando se argumenta na busca da realidade. Além do excremento quando expelido ganhar misteriosamente um afeto se comparado a mentira. Essa última quando disparada representa um ofensa pessoal, uma afronta, o que desagrada as pessoas, que revelam preferir a tapeação.
O ato de falar merda, alerta Frankfurt, é pior que a mentira. Visto anteriormente que as pessoas são mais relevantes para esta prática. No entanto o autor argumenta perfeitamente esclarecendo. Até mesmo quem prática a mentira tem sua glória por conhecer a verdade, sua soberania, e em contradição, negar. Mas no falar merda o orador não pretende de forma alguma ir a fundo aos fatos. Não posiciona sua fala de lado algum, com se algo tivesse dois lados, a verdade e a mentira. Ignora a autoridade da verdade para assim contradizer.
Enfim, a resposta da questão de Harry G. Frankfurt, finalizando corretamente sua hipótese, porque se fala tanta merda. Na atual estrutura da sociedade, individualista, competitiva e democrática as pessoas são diariamente bombardeadas com situações inusitadas. O todo deve posicionar-se sobre questões que o envolvem. Normalmente reside na arena de discurso a total falta de conhecimento do fato em questão. Ocorre a desprovida vontade da busca pelo verdadeiro. Assume a tapeação objetivando destaque, aproxima-se da mentira e acaba falando merda.
Conclusão:
Primeiramente o titulo chama atenção desperta interesse, afinal o que é falar merda? A estrutura gramatical com prenunciada perfeição na obra. Envolve o leitor do inicio ao fim, sustenta nobreza em sua escrita sem degradar a linguagem. Inversamente do titulo, o autor não fala merda, aponta um fenômeno que abrange todos que falam sem devido conhecimento em alguns casos. Que projetam uma falsa atenção ao fato pertinente, ou ainda para emplacar imagem de pseudointelectual, recorre a falar merda.
Ocorre fato interessante quando vamos percorrendo os caminhos do livro. Passa a despertar uma auto-análise. O tema cruza muitas vezes pelo nosso cotidiano. Mas pela total descrença de possibilidades objetivas nunca fora dado atenção. Antigamente chamávamos esta prática de encher lingüiça, reformulado por Frankfurt, percebe-se que a lingüiça contém em si miúdos, carne e gordura, logo nutrientes. Desmerecendo o uso desta, substituída por excremento, merda, que não traz absolutamente nenhum nutriente, nenhuma riqueza. Chega então à profundidade do autor, ao provocar este conjunto de pensamentos e revisões. Talvez seu objetivo fosse à observação e correção do vício de falar tanta merda. Digo tanta, pois não falar diariamente uma merda ou outra, quase silencia nossa comunicação. É complexo em alguns casos não pecar. Até mesmo em uma resenha como esta, ao extrair objetivamente as idéias tão bem desenvolvidas por escritor, é inevitável escorregar e não falar merda.
Bibliografia: Sobre Falar Merda, Frankfurt, G. Harry. Editora Intrínseca, Rio de Janeiro, RJ, 2005.
3- A crítica de Nietzsche à filosofia e à moral ocidentais. O pensamento de Nietzsche toma a moral como contraponto, ou seja, a moral cristã mesma. Neste sentido, volve seu olhar para trás para apontar como toda uma cultura foi construída, erigida a partir da filosofia socrático-platônica que tem uma continuidade com o advento do cristianismo. Neste terreno, Sócrates inaugura o período antropológico da filosofia grega, assumindo que o conhecimento do homem é condição para o conhecimento em geral. Daí a máxima "conhece-te a ti mesmo". . O mundo do além, o mundo de Deus converte-se no verdadeiro mundo e este passa a ser compreendido como provisório e não verdadeiro. Nietzsche se volta e reflete sobre o passado ocidental apontando que o homem se teria perdido, uma vez determinado pela herança da Antigüidade e por dois milênios de cristianismo.(cf. Fink, 1988:07) Para Nietzsche a filosofia socrático-platônica e o cristianismo desviaram o homem, tornando-o decadente, pois aquela filosofia eliminou o dionisíaco da vida e o cristianismo impôs uma moral que conduziu o homem a negar sua própria existência. Para realizar tal crítica utilizou-se do método genealógico. Através da genealogia apontou como a moral foi inventada, fabricada, produzida. A genealogia permitiu desocultar o confronto histórico de saberes e mostrar como a moral cristã foi vencedora. .
Nietzsche, traços biográficos
"...Sim já sei de onde venho...tudo o que tocam as minhas mãos se torna luz e o que lanço não é mais do que carvão. Certamente, sou uma chama!" - Nietzsche, 1888 Quem o conheceu naquela época, entre 1880-90, não deixou de se comover ao vê-lo. Friedrich Nietzsche, devastado por uma miopia de 15 graus, andava como que às cegas, tateando com as mãos ou com a bengala o perigoso espaço embaçado que imaginava na sua frente. Desde que o aposentaram precocemente aos 34 anos da Universidade de Basiléia na Suíça, deu-se a ter uma vida de pobre cigano, arrastando-se de pensão em pensão, de quarto em quarto, por cidades italianas (Gênova, Veneza, Sorrento, Turim), francesas, (Nice) ou recantos suíços (como Sils-Maria). Se bem que nascido em Röcken, em 15 de outubro de 1844, no coração da Saxônia, pode-se dizer que Nietzsche passou seu tempo de adulto mais fora do que dentro da Alemanha.
O pai, um pastor, parece que talentoso, um monarquista convicto e preceptor de princesas, batizou-o com o nome dos reis prussianos - Frederico. Deu-lhe o nome e infelizmente também lhe legou uma estranhíssima doença. Era isso que o fazia agora, homem feito, ver-se jogado na cama por dias a fio torturado por pavorosas enxaquecas, seguidas de eternas indisposições estomacais e tonturas de toda ordem. Uma só escassa paixão
O homem cria a profissão jornalística e corrompe sua criação
Com rapidez quase instantânea é produzida uma informação em rede de provável acesso fácil do público geral. Circulam dados que geram decisões nas áreas do poder e saber. Mediando o interesse teoricamente geral, o jornalista.
Como criador de morais e tendências, fado que agregou contemporaneamente, o jornalista na potencial atividade deve ser definido na linha dos limites desse produzir de opiniões. Atualmente na ponta da língua em debates, artigos, livros e pesquisadores que refletem a preocupação no oficio de ser um profissional da comunicação, falando diretamente a ética do jornalista em sua produção.
Existem normas, que pretendem a objetividade, a imparcialidade e principalmente a honestidade no gerar conhecimento de interesse público. O código de ética do jornalismo em vigor desde 1987 é muitas vezes ultrapassado por imposições operacionais ligadas a interesses políticos, ideológicos, econômicos sociais ou mercadológicos. Nestes pontos demonstra que em algum momento ocorre o rompimento da devida ética proposta. O que reflete o gerar de discussões em faculdades, escolas, seminários para análise da prática .
O equivoco, a insegurança, a subjetividade podem levar a uma prática contrária de discurso. Logo o acontecimento passa a ser canalizado, não simplesmente divulgado de forma fiel. Assim muitas vezes levando por base estes agravantes particulares mais as imposições operacionais, no final o emaranhar do limite entre direito a informação de interesse geral e o direito a privacidade, norma de dever do jornalista. Ainda o que de fato é de interesse da massa o que agendam para que desperte importância.
Na corrida mercadológica incide outro ponto preocupante. O chegar primeiro com a noticia gera muitas vezes manipulações visuais, rompimento do ilícito, com o jargão da verdade acima de tudo. Canais vulgarizam em alguns momentos espaços na busca pela audiência. Pessoas públicas tornam-se alvo de vigia, invadindo seu cotidiano a fim de atender e prender uma platéia que teoricamente apresenta-se disposta ao ridículo alheio.
Material de estudo não falta, a ética jornalística em teoria é abordada em diversas obras, dos mais variados autores e países. Expõem o jornalismo ético pretendido, estudados e martelados ao longo de quatro anos em universidades, ou de acesso a interessados. Mas à medida que o homem agrega procedimentos e forma no processo mediático muitas vezes ocorre à complexidade da ética. É uma prática rotineira onde cada um é responsável pela engrenagem do conjunto. Toda linha editorial de um jornal é de livre acesso, cada individuo ao submeter-se a tal linha deve lealdade ao veículo. Se este produz um desvio ético, cabe ao jornalista sua conduta particular, levando em conta agravante forte, a questão financeira. Normalmente um aspirante a jornalista durante quatro anos ergue bandeiras, no principio do estágio começam a cair, num dado momento depara-se com uma realidade a qual discursava a tempos remotos. . Na luta do bem sobre o mau, o jornalista deve estar além de si, mas com um olhar universal, livre de parcialidade próximo de pressupostos ontológicos.
Mediante todos estes pontos leva a crer que recai sobre os ombros da profissão uma conduta que não esta no real conceito de jornalismo, mas um problema generalizado de conduta humana, que corrompe o interior do homem. Sua busca interminável pela ética, seu digladiar interno na luta entre o bem e o mal. Cabe a cada um a decisão de fazer o mesmo, ou mudar o quadro em questão. Já dizia Nietzsche um dos grandes filósofos conhecedores da humanidade - um constante digladiar consigo, livre de amaras de falsas morais, um quebrador de tábuas.
RESOLVI REPOSTAR, UMA ESPÉCIE DE PASTICHE, MAS SEMPRE CONTEMPORÂNEO.
O mundo contemporâneo reflete não ser conectado, discute-se igualdade, união, mas ao mesmo tempo se explora e exterminam culturas, os povos identificam-se com o sangue e a fé, pelos quais combatem e morrem.O crescimento de corporações sufoca e extinguem pequenos variáveis econômicos.Não são mais territórios novos propriamente os objetivos a serem conquistados, não há mais chão a ser colonizado, o homem já proliferou sua ocupação em todos os espaços, até alguns fora do planeta.Fala-se muito em globalização, economicamente, culturalmente cientifica e tecnicamente. A informação flui rápida e precisa. Não há lugarejo ou comunidade que não chegue. Frente a tanta tecnologia e informação, e um declarado desenvolvimento ainda derriba-se sangue humano.
Basta uma rápida passada nos principais meios de informação para observar cada dia mais estarrecido ao derramamento de sangue que cobre o Oriente Médio. As pequenas respostas que a mídia nos traz, não conseguem nos livrar da inquietação que nos assola frente a tudo isto, se talvez algum dia esta guerra localizada ameaça propagar-se generalizando e atingindo o restante do globo.
Tais previsões pragmáticas próxima têm a Venezuela que passam a adotaram um sistema diferenciado ao nosso. Do capitalismo ao socialismo. Vêm à lembrança velhos conflitos entre Estados Unidos e União Soviética.A declarada guerra fria, e ameaças de destruição atômica. Temos similaridades culturais, e religiosas, logo um conflito do gênero cultural ou de crença seria muito improvável. Mas quanto ao assunto econômico, a questão domínio de petróleo, e a soberba declarada ao berço do capitalismo os EUA, deixam o futuro um tanto incerto. São questões e receios incutidos no homem atual, frente ao que chega de povos distantes e ao mesmo tão próximos.
Retrocedendo no tempo nos vem a lembrança do 11 de setembro de 2001. Milhares de vidas humanas se perderam no coração dos EUA. Um choque para o resto do mundo. Nesta mesma época uma opinião publica fora criada sob os povos muçulmanos.Teria o atentado sido fruto de crenças, logo uma guerra de ideologias, choque de civilizações enunciado criado pelo escritor Samuel P. Huntington, que relata uma observação da civilização muçulmana intolerante se opondo ao modo de vida ocidental e a tentativa da universalização dos valores ocidentais, lutando pela manutenção de seus próprios costumes e não interferência por parte de outros paises principalmente os Estados Unidos . Assim palavra terrorista muitas vezes poderia ser substituída por demônio, ou muçulmano. Em qualquer lugar do globo diferente a cultura destes povos à idéia que se tinha era uma só, fechar as portas e igualar a todos, preconceituando, generalizando.
Numa outra visão tal qual uma colméia de abelhas com seus conflitos internos, estes mesmos povos já vinham sendo invadidos há tempos.Logo após a segunda guerra mundial os Estados Unidos com intuito de obstáculo ao comunismo e ao nacionalismo progressista apoiaram-se a elementos mais reacionários, muitas vezes recrutando aliados radicais fundamentalistas como os irmãos muçulmanos, outros aliados no Egito na Indonésia no Paquistão mais tarde no Afeganistão. Restaram Bagdá e Teerã, pois na década de 60 o partido comunista era a força mais popular, mas sua vitória era inaceitável. Logo os EUA apóiam para dizimar os comunistas e depois sindicatos de operários ligados ao petróleo, Saddam Hussen. Recebendo em troca armas e acordos comerciais, até o ponto crucial em agosto de 1991 no Kuait. Em 2007 Saddam é enforcado. Seu enforcamento seguiu os novos rumos da globalização, tendo as imagens gravadas por um aparelho de celular difundido depois pela Internet para o resto do globo. Assim perante o mundo o homem mal some da história, junto de seus crimes e atrocidades. Mais uma vez a intervenção americana com o intuito de paz.
O abençoado ideal de paz reflete mascarado um desrespeito a linhas de idéias, costumes que chegam em suas fronteiras. Toda vez que esta proximidade é intensificadas brota desta uma aversão, um choque de pensamento, logo conflitos, pois sua natureza é agredida.Num mundo onde cada vez mais a informação ganha aparato técnico, e flui com maior agilidade e diversidade vês-se ridículo rejeitar, dizimar ou desrespeitar tal cultura, provenha de qualquer natureza, que não venha de encontro à outra.
Frente à força globalizada onde grandes cooperações multinacionais e burocratas se entendem resta os povos à massa se interligar. Esta interligação ainda não se estabelece pelo fato de os mesmos burocratas citados acima excluírem atenção de fato para esta questão que brota em evidência no mundo contemporâneo.Onde queremos chegar? Hoje podemos dizer que é um misto de busca pelo poder e implantação de idéias, sufocando outras culturas. Bitolando para um caminho único, todos num mesmo prisma de olhar. O que é um erro. Se contarmos que a pratica de política externa ainda deve ser revista, bem como a influência de paises poderosos sobre o resto do globo. É quase impossível passar por cima de tanta diversidade cultural, de tantas civilizações que vivem em torno do mesmo ar. De forma enumerada podemos contar com oito ou mais culturas: ocidental, confucionista, japonesa, islâmica, hindu, eslavaortodoxa, latino americano e talvez africano. Logo o medo que coroe o homem contemporâneo de conflitos generalizados por todo globo vem ao encontro de mudanças de comportamentos por parte da massa e principalmente de governantes. Estamos incididos dentro da globalização, nos construímos a historia, mesmo que distantes de conflitos sangrentos, mesmo que acuadas pelo medo de uma possível catástrofe, somos nos que criamos a cultura, a respeitamos ou a rejeitamos. Mesmo que uma ideologia industrializada nos chegue a cada dia sobre tal ou qual civilização nos resta averiguação exata, e abertura no senso cognitivo antes de estabelecer uma resposta opressiva.
Observamos hoje um choque de barbaridade e racionalidade, liberdade e opressão,violação dos direitos humanos, choque de povos civilizados e primitivos ou atrasados , logo de fato as civilizações de fato não entram em choque, em guerras, mas a falta do devido respeito, a falta do limite de dominação